quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Chamada - por Veri e Nina

A vida é melhor no cinema!

Truffaut, que revolucionou o movimento Nouvelle Vougue nos anos 60, tratou com beleza temas delicados e atuais e nos ajudou a refletir sobre a evasão escolar.

Artigo

Inclusão Social
(2.729)

Inclusão social é uma ação que combate a exclusão social geralmente ligada a pessoas de classe social, nível educacional, portadoras de deficiência física, idosas ou minorias raciais entre outras que não têm acesso a várias oportunidades. Inclusão Social é oferecer aos mais necessitados oportunidades de participarem da distribuição de renda do País, dentro de um sistema que beneficie a todos e não somente uma camada da sociedade.
Pachecco e sua reportagem para a Revista Pátio diz que “jovens diferentes acorrem às escolas por via de um processo de massificação ou na justa reinvindicação da prática de direitos humanos fundamentais. Contudo ainda há quem trate os desiguais como se fossem iguais”.

Porém, na minha visão vejo que a inclusão social não se deve existir, devemso sim tratar todos as pessoas igualmente, pois somos iguais temos ações iguais e podemos realizar tudo o que queremos e pretendemos fazer sendo ou não um deficiente.

Pachecco continua em sua reportagem dizendo que é importante a inclusão social, pois existem ritmos diferenciados de crianças nas escolas. Vejo de outra forma, não há necessidade de ser uma criança de inclusão, mas sim de um acompanhamento exclusivo.

No filme, Os Incompreendidos de Truffaut, o menino revela que tem dificuldade em conseguir notas e um estudo como de seus colegas de sala. No filme, ainda, revela que é excluido pelos colegas e pelo professor pela forma de ser.

Vendo-o e depois refletindo-o com o que Pachecco diz, este menino poderia estar classificado em uma outra escola talvez como inclusão social, porém, inclusãao social, seria a aceitação da diversidade exigindo o desenvolvimento de uma pedagogia diferenciada.

Para isso, precisariamos muito mais do que 3 ou 4 anos de estudo para a formação de uma pedagoga. Para a inclusão social, é preciso de pessoas especiais para a formação de alunos que se dizem especiais e precisem de uma educação diferenciada.

Pachecco ainda diz “anormal é pautar o trabalho escolar pela igualdade”, antes de dizer o que é normal e anormal, deixamos claro o que significa anormalidade:

Anormalidade é algo que foge do padrão, que se diferencia, desvia-se ou é oposto da normalidade. É um estado ou algo bizarro, estranho, fora do comum ou do que se está habituado. Normalidade é um estado padrão, normal, que é considerado correto, justo sob algum ponto-de-vista. É o oposto da anormalidade. A normalidade muitas vezes se dá por conta de uma maioria em comum, sendo anormal aquele que contraria esta maioria. A normalidade também se dá por um resultado padrão ao realizar uma operação com alta probabilidade de se repetir.
Pensando assim, ninguém é anormal, ou todos temos um pouco de anormalidade.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Para saber mais: Revista Pátio - Ed. Infantil. nº 16 Ano VI

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Chamada

Os Incompreendidos, Truffaut e Nouvelle Vogue

Será que você já ouviu falar nessas palavras acima? Conhece algo sobre isso? Entra e se informe mais sobre esse filme, esse diretor e esse movimento que teve um questionamento novo, um erotismo pungente e até um romantismo tragicômico.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

O que é o movimento Nouvelle Vague?

Nouvelle Vague foi um movimento do cinema francês nos anos sessenta sendo o mais significante desenvolvimento em cinema desde o neorealismo. Este termo surgiu para descrever algumas variedades de fenômenos inter-relacionados, como: um novo enfoque crítico para filmes; um grupo específico de críticos e, mais tarde de diretores e equipes; uma tendência dominante na produção francesa de filmes pós-1959.


A expressão foi lançada por Françoise Giroud, uma jornalista, escritora, cronista, ensaísta e política suíça, radicada em França, na revista L’ Express fazendo referencia a novos cineastas franceses.

Esse movimento não teve apoio financeiro, os primeiros filmes conotados com esta expressão eram caracterizados pela juventude dos seus atores, unidos por uma vontade comum de transgredir as regras normalmente aceites para o cinema mais comercial.

Os cineastas mais famosos desse movimento são Godard, Truffaut, Jacques Rivette, Claude Chabrol e Eric Rohmer, sendo que grande parte trabalhava com crítica de cinema na revista Cahier Du Cinéma.

Wes Anderson, diretor americano, do filme “Três é demais”, comenta sobre o movimento dizendo "As pessoas falam como o primeiro filme da Nouvelle Vague francesa eram livres e as câmeras, especialmente em comparação aos filmes que vieram antes". "Mas não desse jeito. Acho que Truffaut se concentra em não se obcecar por nada que envolva luz, ou algo do tipo. Todo o filme tinha um estilo de documentário. Isso faz você perceber o quão meticuloso algum desses filmes da Nouvelle Vague eram".

Nos filmes do movimento Nouvelle Vague, as câmeras deslizam dentro e fora de grupos de pessoas, focalizando uma pessoa e depois a outra, cortando para um espaço diferente, contemplando diferentes conversas e olhares roubados. Nesses filmes, nada parece ser meticuloso.

Wes Anderson, comenta sobre os filmes de Truffaut. "É isso o que é tão grandioso nestes filmes". "Há todas essas tramas, todas essas pessoas e histórias, mas há também uma grande liberdade, embora possamos nos juntar a qualquer personagem em qualquer momento. Há alguns personagens que têm apenas uma cena e um momento, e então alguns que continuam por todo o filme e têm suas próprias histórias. Mas quando eles são apresentados, todos são apresentados da mesma maneira, você nunca tem certeza de quem vai ser importante e quem terá uma única aparição. É muito raro apresentar personagens dessa maneira, não fica parecendo um truque da maneira que Truffaut faz. Parece muito natural".

As caracteristicas mais marcantes deste estilo são a instransigência com os moldes narrativos do cinema, através do amoralismo, próprio desta geração, presente nos diálogos e numa montagem inesperada, original, sem concessões à lineralidade narrativa. Os autores, diretores utilizavam desta nova forma de filmagem destacavam os garndes sucessos caseiros do cinema francês.

Aos poucos, cada um seguiu seu caminho, uns mais fiéis que outros aquilo que defenderam. Godard por exemplo, continua o seu cinema difícil e muitas vezes pretensioso, experimental até à exaustão: sempre tocando nos limites do que é o cinema. Truffaut segue pelo caminho de um classicismo que lhe grangeia uma grande quantidade de admiradores.

Este estilo influenciou toda a cinematografia mundial. Muitos dos cineastas, que iniciaram este novo estilo, reuniam-se em cineclubes para discutir as obras americanas e assim terem base para a forma antagonica que iriam aplicar em seus trabalhos. Os cineastas da Nouvelle Vague eram conhecidos como os novos turcos; geraram também a ruptura com o cinema totalmente de estúdio, que era o que imperava na França da década de 40. Incorporaram estilos e posturas da Pop Art ao teatro épico, textos de Balzac, Manet e Marx. Havia em seus, um questionamento novo, um erotismo pungente e até um romantismo tragicômico.


Abaixo os importantes filmes do movimento:


1. Le Beau Serge(Nas Garras do Vício)de Claude Chabrol1958
leia mais sobre o filme
2. Les Quatre cents CoupsOs Incompreendidosde François Truffaut1959
leia mais sobre o filme
3. A Bout de SoufleAcossadode Jean Luc-Godard1959
leia mais sobre o filme
4. Hiroxima Mon AmourHiroshima Meu Amorde Alain Resnais1959
leia mais sobre o filme
5. Le Signe du LionO Signo do Leãode Eric Rohmer1959
leia mais sobre o filme
6. Jules et JimJules e Jim - Uma Mulher Para Doisde François Truffaut1962
leia mais sobre o filme



Para saber mais:



quinta-feira, 30 de outubro de 2008

ARTIGO

Não sei ainda como começar, apenas o tema.. estou em processo atrasado, mas vou conseguir até quarta próxima...

o tema é Mostra "50 Anos de Nouvelle Vague" que o filme Os Incompreendidos faz parte dessa mostra. vou pesquisar e escrever esse final de semana

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Resenha Incompreendidos



O jovem, o adulto e a incompreensão
Veridiana H Lacerda
(2.085)

O grande cineasta expoente do cinema mundial, o francês François Truffaut que foi casado duas vezes e pai de 3 filhas, morreu prematuramente de tumor no cérebro, em 21 de outubro de 1984.

Foi uma criança solitária e problemática (passando inclusive por um reformatório), cuja grande paixão era o cinema. Escreve um filme com um gênero dramático em 1959, em Paris com o ator Jean-Pierre Léaud, que participou de outros filmes dirigidos por Truffaut, Antoine Doinel que no filme representa um menino de treze anos de idade que logo na primeira cena é castigado na escola por brincadeira iniciada pelo colega.

Logo em seguida, Antonie em casa, faz suas tarefas domésticas e surrupia alguns trocados escondidos. Sua mãe, Gilberte interpretada por Clarie Maurier, chega a casa e briga com o menino por não ter comprado a farinha que pediu fazendo-o sair e ir comprá-la. Quando o menino sai encontra com seu pai, Julien interpretado por Albert Rémy, esse não sendo seu pai verdadeiro, mas o trata igualmente, voltam juntos com a farinha.

Na escola, o menino inventa que a mãe morreu e o professor compadece. Na rua, Antonie começa a roubar para poder sobreviver, o menino é preso por roubar uma máquina de escrever do escritório de seu pai e o trancam em uma cela, junto com um homem, consegue escapar. Corre sem parar até chegar a uma praia. Quando vê o mar e entra, vira para terra com uma fisionomia vazia, perdida, incompreendida.

François Truffaut teve as indicações de prêmios na Academia de Hollywood - Indicadas para o Oscar de Melhor Roteiro Original e como indicações de Academia Britânica - Indicada para os Prêmios de Melhor Filme e de Melhor Revelação (Jean-Pierre Léaud), em 1959.

O filme “Os Incompreendidos” conta a história do destino de um adolescente que está em crise e tem um modelo paternal que não existe. Trazendo a visão dos adultos que parecem ser egoístas, indiferentes, violentos, fracos e incapazes de responderem às necessidades desses jovens. Quem são os incompreendidos, os adultos ou os adolescentes?

Nota Revisada


(1123)
BAR BRAHMA

Inaugurado em 1948 pelo alemão Henrique Hillebrecht, o bar foi testemunha de fatos importantes da nossa história: desde as acaloradas discussões sobre a repressão política da década de 60 até as comemorações dos 450 anos da metrópole em 2004. Até hoje é uma das mais conhecidas casas de São Paulo, com shows de artistas como Cauby Peixoto e Demônios da Garoa que se misturam a cantores contemporâneos e de repertório variado, como Vanessa Jackson, Carolina Soares, entre outros.

Para comemorar os 60 anos de atividade, o Bar Brahma foi ampliado com a inauguração de um novo espaço: a “Esquina da MPB” cuja entrada principal está no cruzamento mais famoso de São Paulo: da Av. Ipiranga com a Av. São João.

Esse novo ambiente atrai um público sofisticado e de bom gosto que pode apreciar, ao longo do dia, música ao vivo, som ambiente ou clipes nas telas de plasma, alguns deles gravados na própria casa, além de documentários de interesse cultural e entrevistas.



BAR BRAHMA
Avenida São João, 677, Centro, São Paulo, SP.Telefone: (11) 3333-0855
Domingo a domingo a partir das 11h.http://www.barbrahmasp.com/

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Idéias para a resenha

O balão vermelho, o menino nas ruas de Paris
Veridiana H. Lacerda

Do diretor Albert Lamorisse, o filme O Balão Vermelho, se passa em apenas trinta minutos um encanto inerente ao imaginário infantil. É um filme educacional da década em 1968, o filho de Lamorisse, Pascal, é um garoto solitário nas ruas de Paris, que encontra um balão vermelho amarrado a um poste de iluminação. Ao "libertar" o balão de sua prisão, ganha sua estima e lealdade, e o amigo passa a seguí-lo por Paris, por bondes, escolas, becos e avenidas. Professores, parentes e amigos tentam tirar o balão do garoto, mas ambos fogem e aprontam, brincam de esconder, inventam planos para enganar todo mundo, como velhos amigos.
Na seqüência um grupo de garotos persegue nosso protagonista e seu "amigo inseparável, balão " com pedras pelos becos labirínticos da cidade. Com o desfecho, de uma multicolorida revolta de balões.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

A trama é tão simples quanto mágica: um menino encontra um balão vermelho preso a um poste, quando vai à escola. Ele pega a bexiga mas, ao chegar em casa, a avó solta o balão pela janela. Demonstrando uma estranha lealdade, o balão se recusa a ir embora e passa a seguir o garoto pelas ruas de Paris.

Junto com seu balão, Pascal (Pascal Lamorisse, filho do diretor) enfrenta os ritos de passagem para a vida adulta, como a perda, a descoberta do amor, o medo e a ansiedade.

A bexiga, ora um fantasma, ora um anjo da guarda ou até mesmo um cachorro de estimação, parece ser o símbolo de despedida da infância, o último brinquedo - aquele para se lembrar a vida toda.

O vermelho do balão surge como um grito colorido em meio a uma Paris melancólica, dominada por tons pastéis, cinzas e marrons.




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Ser criança é criar fantasias e construir, ao longo da vida, uma filosofia recheada de sentimentos. Ser criança é correr contra o vento e tentar pegá-lo, capturá-lo, mesmo que por apenas alguns segundos, num balão. Ser criança é fazer bolinhas de sabão ao entardecer e acreditar que nunca vai envelhecer. Mas um dia toda criança terá que crescer e, quando isto acontecer, muitas vezes, a maioria perde o encantamento da juventude e, mesmo aquelas que se iludem com a promessa de beleza eterna, se perdem diante da primeira frustração.

O BALÃO VERMELHO (1956)



O balão vermelho", em que um garoto (vivido pelo filho do próprio diretor) encontra um balão bem colorido nas ruas de uma Paris cinzenta para descobrir, logo em seguida, que aquela bola flutuante o seguirá por toda parte, mesmo quando ele não a está segurando, obedecendo, inclusive, suas ordens.
Praticamente sem falas, esse média-metragem encanta ao retratar de forma bem lúdica os conflitos e descobertas da infância em relação às normas e condutas do universo adulto, às perdas, ao primeiro sinal de uma paixão... As cenas em que o balão "vinga" seu dono ao perseguir o diretor da escola que o deixou de castigo remetem ao humor chapliniano, em que trejeitos, rodopios, saltos e caretas são as estrelas do riso. A seqüência em que um grupo de garotos persegue nosso protagonista e seu "balão de estimação" com pedras e bodoques pelos becos labirínticos da cidade também é digna de nota. E o desfecho, com uma multicolorida revolta de balões, é inesquecível e encerra em grande estilo a película que ganhou a Palma de Ouro em curta-metragem e o Oscar de roteiro original (até hoje único no formato), batendo "La strada", obra-prima de Fellini, que acabou levando a estatueta de melhor produção estrangeira.

O Balão Vermelho, de Albert Lamorisse


O Balão Vermelho preserva magia da infância

O Balão Vermelho, de Albert Lamorisse, consegue em apenas trinta minutos e em mais de 40 anos de existência manter o encanto inerente ao imaginário infantil. O filme ganhou o Grande Prêmio para médias do Festival de Cannes e o Oscar por Melhor Roteiro Original, além de vencer o prêmio de melhor filme educacional da década em 1968, concedido pela New York Film Critics.
O filho de Lamorisse, Pascal, é um garoto solitário nas ruas de Paris. Encontra um balão vermelho amarrado a um poste de iluminação. Ao "libertar" o balão de sua prisão, ganha sua estima e lealdade, e o bojudo amigo passa a seguí-lo por Paris, por bondes, escolas, becos e avenidas.
Professores, parentes e amigos tentar tirar o balão do garoto, mas ambos fogem e aprontam, brincam de esconder, inventam planos para enganar todo mundo, como velhos amigos. Lamorisse fez um filme sobre a leveza, onde a dimensão poética ainda é capaz de atingir uma geração que não conhece a liberdade de andar livremente pelas ruas das cidades. Albert Lamorisse era um apaixonado pelo ar livre. Morreu em um acidente de helicóptero, quando filmava tomadas aéreas no Irã.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Nota - Bar Brahma

(1186)
BAR BRAHMA

Inaugurado em 1948 pelo alemão Henrique Hillebrecht, o bar foi testemunha de fatos importantes da nossa história. Desde as acaloradas discussões sobre a repressão política da década de 60 até as comemorações dos 450 anos da metrópole, em 2004. Hoje, funciona como uma das maiores casas de São Paulo, entre os famosos nomes como Cauby Peixoto e Demônios da Garoa se misturam aos artistas contemporâneos e de repertório variado, como Vanessa Jackson, Carolina Soares, entre tantos outros. Para comemorar os 60 anos de atividade, o Bar Brahma, reformou e abriu seu novo espaço: a Esquina da MPB com entrada no cruzamento mais famoso de São Paulo da Ipiranga com a São João. Nela, se ganha um pólo cultural multimídia que se integra ao esforço de revitalização do centro da cidade. Este novo ambiente torna a região mais segura e atrai um público sofisticado e de bom gosto. Propicia música ao longo do dia, ao vivo, em som ambiente ou nas telas de plasma que também exibem vídeos gravados na própria casa, documentários de interesse cultural, entrevistas. A Central de Turismo integra as necessidades do visitante a tudo o que a cidade pode proporcionar com segurança e conforto.

BAR BRAHMA
Avenida São João, 677, Centro, São Paulo, SP.
(11) 3333-0855
domingo a domingo a partir das 11h
http://www.barbrahmasp.com/

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Um novo desafio

Quem disse que quando achamos que terminamos um texto ele realmente está completo e pronto? Existem erros entre linhas que os escritores não conseguem enxergar, apenas depois de muitas vezes lidas, vemos os erros.

Que medo, escrever e ser corrigido, medo esse que é normal...

Depois temos os estes, esses, estas, essas, isto, isso.. que regrinhas!!
Mas vamos lá.. estamos aqui para aprender cada vez mais.