

O jovem, o adulto e a incompreensão
Veridiana H Lacerda
(2.085)
O grande cineasta expoente do cinema mundial, o francês François Truffaut que foi casado duas vezes e pai de 3 filhas, morreu prematuramente de tumor no cérebro, em 21 de outubro de 1984.
Foi uma criança solitária e problemática (passando inclusive por um reformatório), cuja grande paixão era o cinema. Escreve um filme com um gênero dramático em 1959, em Paris com o ator Jean-Pierre Léaud, que participou de outros filmes dirigidos por Truffaut, Antoine Doinel que no filme representa um menino de treze anos de idade que logo na primeira cena é castigado na escola por brincadeira iniciada pelo colega.
Logo em seguida, Antonie em casa, faz suas tarefas domésticas e surrupia alguns trocados escondidos. Sua mãe, Gilberte interpretada por Clarie Maurier, chega a casa e briga com o menino por não ter comprado a farinha que pediu fazendo-o sair e ir comprá-la. Quando o menino sai encontra com seu pai, Julien interpretado por Albert Rémy, esse não sendo seu pai verdadeiro, mas o trata igualmente, voltam juntos com a farinha.
Na escola, o menino inventa que a mãe morreu e o professor compadece. Na rua, Antonie começa a roubar para poder sobreviver, o menino é preso por roubar uma máquina de escrever do escritório de seu pai e o trancam em uma cela, junto com um homem, consegue escapar. Corre sem parar até chegar a uma praia. Quando vê o mar e entra, vira para terra com uma fisionomia vazia, perdida, incompreendida.
François Truffaut teve as indicações de prêmios na Academia de Hollywood - Indicadas para o Oscar de Melhor Roteiro Original e como indicações de Academia Britânica - Indicada para os Prêmios de Melhor Filme e de Melhor Revelação (Jean-Pierre Léaud), em 1959.
O filme “Os Incompreendidos” conta a história do destino de um adolescente que está em crise e tem um modelo paternal que não existe. Trazendo a visão dos adultos que parecem ser egoístas, indiferentes, violentos, fracos e incapazes de responderem às necessidades desses jovens. Quem são os incompreendidos, os adultos ou os adolescentes?
Veridiana H Lacerda
(2.085)
O grande cineasta expoente do cinema mundial, o francês François Truffaut que foi casado duas vezes e pai de 3 filhas, morreu prematuramente de tumor no cérebro, em 21 de outubro de 1984.
Foi uma criança solitária e problemática (passando inclusive por um reformatório), cuja grande paixão era o cinema. Escreve um filme com um gênero dramático em 1959, em Paris com o ator Jean-Pierre Léaud, que participou de outros filmes dirigidos por Truffaut, Antoine Doinel que no filme representa um menino de treze anos de idade que logo na primeira cena é castigado na escola por brincadeira iniciada pelo colega.
Logo em seguida, Antonie em casa, faz suas tarefas domésticas e surrupia alguns trocados escondidos. Sua mãe, Gilberte interpretada por Clarie Maurier, chega a casa e briga com o menino por não ter comprado a farinha que pediu fazendo-o sair e ir comprá-la. Quando o menino sai encontra com seu pai, Julien interpretado por Albert Rémy, esse não sendo seu pai verdadeiro, mas o trata igualmente, voltam juntos com a farinha.
Na escola, o menino inventa que a mãe morreu e o professor compadece. Na rua, Antonie começa a roubar para poder sobreviver, o menino é preso por roubar uma máquina de escrever do escritório de seu pai e o trancam em uma cela, junto com um homem, consegue escapar. Corre sem parar até chegar a uma praia. Quando vê o mar e entra, vira para terra com uma fisionomia vazia, perdida, incompreendida.
François Truffaut teve as indicações de prêmios na Academia de Hollywood - Indicadas para o Oscar de Melhor Roteiro Original e como indicações de Academia Britânica - Indicada para os Prêmios de Melhor Filme e de Melhor Revelação (Jean-Pierre Léaud), em 1959.
O filme “Os Incompreendidos” conta a história do destino de um adolescente que está em crise e tem um modelo paternal que não existe. Trazendo a visão dos adultos que parecem ser egoístas, indiferentes, violentos, fracos e incapazes de responderem às necessidades desses jovens. Quem são os incompreendidos, os adultos ou os adolescentes?
Um comentário:
Veridiana, boa resenha, embora com poucos comentários sobre o filme em si: fotografia, interpretação, direção etc.
Acho também interessante tomarmos um certo cuidado em não explorar muito os adjetivos, pois a resenha pode ficar excessiva no estilo e vazia no conteúdo. Conversamos em aula sobre isso.
Beijo, Márcia.
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